quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Hebreus NEJA 01

Hebreus 

Quem são os Hebreus?

Os Hebreus são um povo semita que se estabeleceu na região da Palestina (atual Israel, Palestina, Jordânia e partes da Síria e Líbano) por volta de 1800 a.C. Eles são considerados os antecessores dos judeus modernos e são conhecidos por sua prática religiosa monoteísta, ou seja, a crença em um único Deus.

Região original (Ur na Mesopotâmia) e a origem racial (povo semita)

Os Hebreus originaram-se na Mesopotâmia, especificamente na região de Ur, na atual Iraque. Eles migraram para Canaã (Palestina) sob a liderança do patriarca Abraão, seguindo uma profecia divina, a promessa da terra prometida, mais tarde sendo chamada de Canaã.

Periodização da História Antiga dos Hebreus

A história dos Hebreus é dividida em três grandes períodos:

1. Período dos Patriarcas: 

Inclui figuras como Abraão, Isaque e Jacó, que estabeleceram as bases da identidade hebraica e suas relações com Deus da fé dos hebreus.

2. Período dos Juízes: 

Após a chegada dos hebreus a Canaã (segunda chegada - apóssaídado Egito), eles enfrentaram períodos de opressão e escravidão, especialmente no Egito. Após a libertação, foram governados por juízes, como Sansão e Samuel, que lideraram e uniram as tribos hebraicas.

Características do Período dos Juízes

- Juízes como Líderes: Os juízes eram líderes temporários que surgiam para guiar as tribos hebraicas durante tempos de crise, principalmente contra invasores e opressores estrangeiros. Eles eram vistos como escolhidos por Deus para libertar e governar.

- Estrutura Social: Durante esse período, as tribos hebraicas viviam de forma semi-autônoma, sem um governo central forte. Cada tribo tinha seus próprios líderes, mas se uniam sob a liderança de um juiz em tempos de necessidade.

3. Período Monárquico: 

Começou com a eleição de Saul como o primeiro rei, seguido por Davi e Salomão, que estabeleceram um reino unificado e construíram o Templo em Jerusalém.

Principais Patriarcas, Juízes e Reis

-Patriarcas: Abraão, Isaque, Jacó (Israel), Esaú (Eduardo)

- Juízes: Sansão, Gideão, Davi (que também foi rei), Samuel (que também foi profeta)

- Reis: Saul, Davi, Salomão, e outros reis que sucederam Salomão.

Os Hebreus deixaram um legado duradouro na história e na cultura, influenciando muitas religiões e civilizações ao longo dos séculos.



Exercícios de fixação (+1.0)

Perguntas e respostas no caderno

01 - Explique,  com suas palavras, que são os hebreus?

02 - De qual região do planeta os hebreus surgiram? Devido qual problema,  os hebreus deixaram sua terra natal?

03 - Para facilitar os estudos históricos, a história dos hebreus é dividida em períodos.  Informe os 03 períodos da História dos hebreus:

04 - Defina de acordo com a História dos hebreus:

a) Patriarcas:

b) Juízes:

c) Reis:

d) Pentateuco:

e) Iavé

05 - Informe 03 exemplos dos itens abaixo:

a) Patriarcas hebreus:

b) Juízes hebreus:

c) Reis hebreus:

06 - Como era a religião dos hebreus? Informe algumas características:

07 - A História dos hebreus possuem 03 períodos (patriarcas, juízes e reis). Informe duas características de cada período:

a) Patriarcas:

b) Juízes:

c) Reis:

08 - Por que o reino de chegou ao fim? Quais foram as principais consequências?

09 - O que foi:

a) Exílio das 10 tribos perdidas:

b) Exílio da Babilônia:

10 - O que é a Torá? Por que é importante para os estudo da História antiga dos hebreus?



quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Egito Antigo NEJA 01

Egito Antigo NEJA 01

Explicação:

O Egito Antigo foi uma das civilizações mais importantes e duradoura da antiguidade.  Localizada ao longo do rio Nilo, no nordeste da África, essa civilização floresceu entre aproximadamente 3300 a.C. e 332 a.C.

Território e a importância do Nilo na fertilização do território. 

O Egito antes de 3500 a.C (Egito Antigo dividido em dois reinos)

O Egito Antigo era dividido em duas regiões geográficas e culturais principais: o Alto Egito e o Baixo Egito.

Baixo e Alto Egito

*Alto Egito (coroa vermelha): 

- Situado ao sul, estendia-se de Assuã até a área ao redor do Cairo atual.
- Caracterizado por uma estreita faixa de terras férteis ao longo do Nilo.
- Era chamado de "Alto" Egito devido à sua localização mais alta em termos de altitude em comparação com o norte.

*Baixo Egito (coroa branca):

- Situado ao norte, abrangendo o Delta do Nilo, onde o rio se divide em várias ramificações antes de desaguar no Mar Mediterrâneo.
- Conhecido por suas terras férteis e planícies amplas, ideais para a agricultura.
- O nome "Baixo" Egito refere-se à sua altitude mais baixa.

A unificação do Alto e Baixo Egito é atribuída ao faraó Menés (ou Narmer), por volta de 3100 a.C., marcando o início das dinastias faraônicas. Esse evento foi simbolicamente representado pela coroa dupla que combinava a coroa branca do Alto Egito e a coroa vermelha do Baixo Egito.

Unificação do Egito 

Características gerais do Egito Antigo 

Aqui estão alguns pontos-chave sobre o Egito Antigo:

*Localização, geografia, agricultura e fertilidade 

*Geografia e Agricultura: A fertilidade do solo, devido às cheias anuais do Nilo, permitiu o desenvolvimento de uma das agriculturas mais prósperas da Antiguidade.

Território Egito Antigo 

*Sociedade e Política

- Sociedade:

A sociedade era profundamente hierarquizada, governada por um faraó, considerado uma divindade na terra. A sociedade egípcia era hierarquizada, com o faraó no topo, seguido por vizires (espécie de ministro), que eram responsáveis pela administração do reino. A sociedade era dividida em várias classes, incluindo camponeses, artesãos e sacerdotes, além dos nobres, escravizados e outros grupos sociais. 

Sociedade desigual do Egito Antigo 

- Política:  

No Egito Antigo, o poder político estava concentrado nas mãos do faraó, que era considerado um deus vivo e o representante dos deuses na Terra. O governo era monárquico e teocrático, com o faraó exercendo controle absoluto sobre o governo, a economia e a religião do país. Além do faraó, os vizires auxiliavam o mandato do faraó e os nomarcas governavam os nomos (espécie de províncias - poder local). As dinastias do Egito Antigo eram governadas por diferentes famílias reais, cada uma trazendo novas mudanças para o sistema político do país.

Faraó 

*Religião 

*Religião: Os egípcios eram politeístas, ou seja, cultuavam vários deuses, adorando deuses como Rá (o deus do Sol) e Hórus (o deus dos Vivos).

Algumas das características do politeísmo egípcio:

*Deuses Antropomórficos: Estes deuses possuem forma humana. Exemplos incluem Osíris, o deus do submundo, que é retratado como um homem mumificado, e Ísis, a deusa da maternidade e fertilidade, geralmente representada como uma mulher.

*Deuses Zoomórficos: Estas divindades são representadas com características animais, muitas vezes misturadas com traços humanos. Anúbis, o deus dos mortos, tem corpo humano e cabeça de chacal, e Hórus, o deus do céu, tem a cabeça de um falcão.

*Deuses Híbridos: Algumas divindades combinam aspectos antropomórficos e zoomórficos. Bastet, a deusa do lar e protetora das mulheres grávidas, é frequentemente retratada como uma mulher com cabeça de gato.

*Politeísmo: A religião egípcia é profundamente politeísta, com uma vasta panteão de deuses e deusas.

*Rituais e Mitologia: Cada deus tinha seus próprios templos, sacerdotes e festivais. Mitologias complexas, como a história de Ísis e Osíris, permeiam a cultura.

*Símbolos e Hieróglifos: Muitos deuses são associados a símbolos específicos. Por exemplo, o Ankh é o símbolo da vida eterna e está frequentemente associado a deuses como Ísis.

É impressionante como o panteão egípcio não só refletia a vida cotidiana, mas também influenciava as crenças e práticas culturais do povo



Deuses do Egito Antigo 

*Arquitetura 

*Arquitetura e Monumentos: Conhecido por suas impressionantes pirâmides, templos e túmulos, como a famosa Pirâmide de Quéops e a Esfinge.

- As pirâmides 

As pirâmides do Egito, especialmente as do planalto de Gizé, como a Grande Pirâmide de Quéops, tinham principalmente a função de túmulos para os faraós e algumas outras figuras importantes. Além de sua função como câmaras funerárias, elas também tinham um significado religioso profundo:

*Túmulo Real: Acreditava-se que as pirâmides serviam como sepulturas para os faraós e suas famílias, onde seriam enterrados com todos os itens que precisariam na vida após a morte.

*Símbolo de Poder: Representavam a glória e a autoridade dos faraós. Sua construção envolvia vastos recursos e mão de obra, demonstrando o poder do faraó.

*Conexão com o Divino: As pirâmides eram vistas como uma escada para o céu, ajudando a alma do faraó a se unir aos deuses, particularmente Rá, o deus do Sol. A forma piramidal simbolizava os raios do sol e era um caminho para a eternidade.

Pirâmides 

*Escrita e Cultura 

*Escrita e Cultura: Desenvolveram um sistema de escrita baseado em hieróglifos e fizeram avanços significativos em áreas como medicina, matemática e astronomia.

A escrita hierática era um sistema de escrita cursiva usado no Antigo Egito, derivado dos hieróglifos. Simplificada e mais rápida de escrever, era usada principalmente para documentos religiosos e administrativos em papiros ou ostracas (fragmentos de cerâmica ou pedra). Enquanto os hieróglifos eram ideais para monumentos, a hierática facilitava o cotidiano.

A escrita demótica é fascinante! Surgida no Egito por volta do século VII a.C., ela se desenvolveu a partir da hierática e era usada para documentos cotidianos, como cartas, contratos e literatura popular. A palavra "demótica" vem do grego e significa "popular". Era uma escrita mais simplificada e prática, adequada para a vida diária, em contraste com a formalidade dos hieróglifos.


Escrita hieróglifica

Escrita demótica

Mapa mental 01

Mapa mental 02


Foto do quadro

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Avaliação NEJA 1 Mesopotâmia

Avaliação 01 - Mesopotâmia 

Principais características da Mesopotâmia 

Abaixo, veja o quadro da aula, com as perguntas da avaliação.

Copie as perguntas em seu caderno e responda consultando o seu material.


sábado, 7 de setembro de 2024

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Atenas - A polis da Democracia e do conhecimento


Atenas - A Pólis da democracia, do debate e do conhecimento.

Atenas, uma das mais influentes cidades-estado da Grécia Antiga, tem uma história rica e fascinante. Vamos explorar os principais aspectos dessa polis:

Fundação e Povos Fundadores
Atenas foi fundada por volta de 1600 a.C. pelos jônios, um dos povos gregos que se estabeleceram na região da Península Ática1. Outros povos, como os aqueus e os eólios, também contribuíram para a formação da cidade2.

Localização
Atenas está localizada na região da Ática, uma península no sudeste da Grécia. A cidade se desenvolveu em torno da Acrópole, uma colina rochosa que servia como centro religioso e defensivo3.

Características da Polis Ateniense
Atenas era conhecida por sua economia baseada no comércio marítimo e na pesca1. A cidade se destacou por sua cultura vibrante, com avanços significativos em áreas como a filosofia, a arte e o teatro4.

Política e Instituições Políticas
Atenas é famosa por ser o berço da democracia. No século VI a.C., as reformas de Clístenes estabeleceram um sistema político onde os cidadãos tinham o direito de participar diretamente nas decisões políticas5. As principais instituições políticas incluíam a Eclésia (assembleia popular), a Bulé (conselho dos 500) e os Arcontes (magistrados).

Filosofia em Atenas
Atenas foi o lar de alguns dos maiores filósofos da história, como Sócrates, Platão e Aristóteles. Esses pensadores estabeleceram as bases da filosofia ocidental, explorando temas como ética, política, metafísica e epistemologia4.

Guerras Médicas e Outros Fatores Importantes
Durante as Guerras Médicas (499-449 a.C.), Atenas desempenhou um papel crucial na defesa da Grécia contra o Império Persa. A vitória na Batalha de Maratona (490 a.C.) e a liderança na Batalha de Salamina (480 a.C.) consolidaram a posição de Atenas como uma potência militar e naval3. No entanto, a cidade entrou em declínio após a derrota na Guerra do Peloponeso contra Esparta (431-404 a.C.)5.

Atenas continua a ser um símbolo de inovação cultural e política, influenciando o mundo até os dias de hoje.

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Estudos orientados (MAPÃO) Prova bimestral 3° bimestre 2024 SEGUNDO ANO

Orientações de estudo para a prova bimestral turma 2024 3° bimestre 2024

Revisão inspirada na prova bimestral elaborada gentilmente pela professora Elen para todas as turmas de 2° ano do ensino médio. 

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Estudos orientados para a Prova Bimestral 1° ano 3° bimestre 2024 HEBREUS e GRÉCIA ANTIGA

Orientações para realização da prova bimestral Grécia e hebreus (3°bim. 24) feita pelo professor Delfim para as turmas 1° ano.


* O que é uma cidade-estado?

* Explique como a Grécia Antiga foi formada: Mencione os povos que participaram das ondas migratórias:

* Qual cidade-estado grega conhecida por ter desenvolvido uma das primeiras democracias da história?

* Qual filósofo é conhecido por seu método de questionamento e diálogo, sendo um dos fundadores da filosofia ocidental?

* O Que foram as Guerras Médicas? As Guerras Médicas foram conflitos entre os gregos e qual império? Qual motivo da guerra?

* Qual era a principal forma de governo em Atenas durante o século V a.C.?

* Em Atenas, quem era considerado cidadão? Quais eram os pré-requisitos para ser um cidadão ateniense?

* Como a sociedade ateniense era composta? Informe os grupos sociais e como eles eram compostos:

* Por que os conflitos sociais eram comuns em Atenas?

* Qual dos seguintes filósofos é considerado o "pai da filosofia ocidental"?  

* Em que medida o conceito de Civilização pode ser considerado uma contribuição da Grécia Antiga?

* Analise a estrutura política do antigo Reino de Israel durante o período dos juízes e dos reis. Como essa estrutura influenciou a unidade e a identidade do povo judeu em um contexto de ameaças externas e internas?

* Em que medida a religião judaica moldou a vida cotidiana, a legislação e a identidade cultural do povo judeu na antiguidade? 

*  Clique no link abaixo, veja o vídeo e responda.


Com base no Documentário sobre a Grécia Antiga, responda:



* Quem foi Tales de Mileto? Informe contribuições dele para a humanidade:


* O que é a catarse? Qual a importância do estímulo à catarse nos espetáculos teatrais gregos?


Foque nos estudos e uma ótima prova!

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Primeiro Reinado (NEJA)

Primeiro Reinado (VERSÃO NEJA)

Definição:

O Primeiro Reinado foi o período da história do Brasil que se estendeu de 7 de setembro de 1822, com a Proclamação da Independência, até 7 de abril de 1831, quando D. Pedro I abdicou do trono em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, futuro D. Pedro II. Este período marcou a transição do Brasil de colônia para um império independente, sob o governo de D. Pedro I.

Primeiro Reinado (1° rei - D. Pedro I) 1822 - 1831.

1822 emancipação política - 1831 abdicação do trono.


Principais Características do Primeiro Reinado

O Primeiro Reinado foi caracterizado por:

Centralização do poder:

D. Pedro I buscou consolidar seu poder e centralizar a administração do país.


Conflitos internos:

Houve diversas revoltas e conflitos regionais, como a Confederação do Equador em 1824.

Reconhecimento internacional da emancipação política:

O Brasil buscou o reconhecimento de sua independência por outras nações, sendo os Estados Unidos e a Inglaterra os primeiros a reconhecerem.

Principais Realizações de D. Pedro I

Entre as principais realizações de D. Pedro I, destacam-se:

Proclamação da Independência:

Em 7 de setembro de 1822, D. Pedro I declarou a independência do Brasil de Portugal.

Constituição de 1824:

Promulgada em 25 de março de 1824, foi a primeira constituição do Brasil e estabeleceu a monarquia constitucional como forma de governo.

Reconhecimento internacional:

D. Pedro I trabalhou para que outras nações reconhecessem a independência do Brasil, o que foi crucial para a consolidação do novo país.

Características da Constituição de 1824

A Constituição de 1824 tinha várias características importantes:

Monarquia Constitucional:

Estabeleceu o Brasil como uma monarquia constitucional, com D. Pedro I como imperador.

Poder Moderador:

Introduziu o Poder Moderador, exclusivo do imperador, que tinha a função de equilibrar os demais poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Liberdade de culto:

Garantiu a liberdade de culto, embora o catolicismo fosse a religião oficial do Estado.

Subordinação da Igreja ao Estado:

A Constituição estabeleceu o catolicismo como a religião oficial do Estado e subordinou a Igreja ao governo. Isso limitou a liberdade religiosa e a autonomia da Igreja

Voto Censitário:

O direito ao voto era restrito a uma pequena parcela da população, baseada em critérios de renda. Apenas homens livres e com uma certa renda anual podiam votar, excluindo a maioria da população, incluindo mulheres, escravizados e pessoas de baixa renda.

Falta de Autonomia Provincial:

As províncias tinham pouca autonomia, o que gerou insatisfação e conflitos regionais. A centralização do poder no Rio de Janeiro não atendia às necessidades e demandas das diferentes regiões do país

Pontos Positivos do Primeiro Reinado

Alguns pontos positivos do Primeiro Reinado incluem:

Estabilidade inicial:

A independência trouxe uma certa estabilidade inicial ao país.

Fundação de instituições:

Foram criadas várias instituições importantes para o funcionamento do Estado brasileiro.

Conselho de Estado (1823 - aconselhar o imperador em questões políticas),  Supremo Tribunal de Justiça (1828), Ministérios (para organizar a gestão pública e financeira do país), Exército permanente e outras instituições.

Reconhecimento internacional:

O reconhecimento da independência por outras nações ajudou a consolidar a posição do Brasil no cenário internacional.

Crises do Primeiro Reinado

O Primeiro Reinado também enfrentou várias crises:

Conflitos regionais:

Revoltas como a Confederação do Equador em 1824 mostraram a insatisfação de algumas regiões com o governo central.

Guerra da Cisplatina 

Conflito armado entre o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata (atual Argentina e Uruguai) pelo controle da região da Cisplatina, que hoje corresponde ao Uruguai. Este conflito ocorreu entre 1825 e 1828 e foi a primeira guerra em que o Brasil participou como nação independente.

Problemas econômicos:

A economia brasileira enfrentou dificuldades, agravadas pela dívida externa e pela falta de recursos.

Insatisfação popular: 

A crescente insatisfação popular com o autoritarismo de D. Pedro I e sua política externa, especialmente a Guerra da Cisplatina, contribuiu para a crise do período.

O Fim do Primeiro Reinado

O Primeiro Reinado terminou em 7 de abril de 1831, quando D. Pedro I abdicou do trono em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, que tinha apenas cinco anos na época. A abdicação foi resultado da pressão popular e política, além das crises internas que marcaram seu governo.

domingo, 1 de setembro de 2024

Independência América Espanhola (Emancipação política da América Espanhola) NEJA

Independência da América Espanhola (VERSÃO NEJA)

Definição:

A independência da América Espanhola foi um processo complexo e multifacetado que resultou na emancipação das colônias espanholas na América Latina, culminando na formação de diversos países independentes. Esse processo ocorreu principalmente entre o final do século XVIII e o início do século XIX.

As três fases do processo histórico:

Processo de Emancipação Política
A emancipação política da América Espanhola foi marcada por três fases principais: os movimentos precursores (1780-1810), as rebeliões fracassadas (1810-1816) e as rebeliões vitoriosas (1817-1824)1. Durante esses períodos, as colônias espanholas lutaram contra o domínio colonial, inspiradas por ideais iluministas e pelos exemplos da Revolução Americana e da Revolução Francesa.

Motivos que influenciaram a Independência

Vários fatores contribuíram para a independência da América Espanhola:

O Iluminismo:

Fornecendo os ideais e a inspiração necessários para os movimentos de emancipação. As Liberdade, igualdade, direitos naturais e soberania popular foram ideias que serviram de base para as reformas e revoluções liberais.

Influência das Revoluções:

A Revolução Americana (1776) e a Revolução Francesa (1789) inspiraram os movimentos de independência com seus ideais de liberdade e igualdade.

Descontentamento com o Domínio Espanhol

A elite criolla estava insatisfeita com as restrições impostas pela Coroa Espanhola, que limitavam seu poder político e econômico.

Guerras Napoleônicas

A ocupação da Espanha por Napoleão Bonaparte e a deposição do rei Fernando VII enfraqueceram o controle espanhol sobre as colônias.

Desejo de Livre Comércio: 

As colônias queriam substituir o pacto colonial pelo livre comércio, o que permitiria maior autonomia econômica.

Grupos Sociais Participantes

Diversos grupos sociais participaram do processo de independência:

Chapetones:

Espanhóis nascidos na Espanha que ocupavam os cargos mais altos na administração colonial. Eles defendiam os interesses da Coroa Espanhola e eram contra a independência.

Criollos:

Descendentes de espanhóis nascidos na América. Eles lideraram os movimentos de independência, buscando maior autonomia e poder político.

Mestiços e Indígenas:

Participaram das lutas, muitas vezes motivados pelo desejo de melhores condições de vida e liberdade.

Grupos, interesses e ideias dos grupos sociais

Chapetones:

Defendiam a manutenção do status quo e os privilégios associados ao domínio espanhol.

Criollos:

Inspirados pelos ideais iluministas, buscavam a independência para obter maior controle político e econômico.

Mestiços e indígenas:

Lutavam por melhores condições de vida e liberdade, muitas vezes almejando a abolição das práticas opressivas coloniais.

Principais Lideranças

As lideranças do movimento de independência incluíram figuras notáveis como:

Simón Bolívar: Conhecido como “El Libertador”, liderou movimentos de independência na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

José de San Martín: Liderou a independência da Argentina, Chile e Peru.

Miguel Hidalgo: Iniciou o movimento de independência no México com o famoso "Grito de Dolores".

Consequências da Independência

A independência da América Espanhola teve várias consequências:

Fragmentação Territorial:

As colônias se dividiram em várias nações independentes, muitas vezes com fronteiras disputadas.

Poder das elites criollas:

As novas nações foram frequentemente dominadas por elites criollas, que mantiveram muitas das estruturas sociais e econômicas coloniais.

Instabilidade Política:

A fragmentação e a luta pelo poder resultaram em períodos de instabilidade política e conflitos internos.

Dependência Econômica:

Apesar da independência política, muitas dessas novas nações continuaram economicamente dependentes de potências europeias, especialmente da Inglaterra.

Desafios políticos e sociais:

Houve instabilidade política e desafios na construção de governos estáveis. Além disso, a estrutura social colonial, com desigualdades entre brancos, indígenas e mestiços, muitas vezes se manteve.

Desenvolvimento e

conômico:

A economia das novas nações continuou baseada na exportação de matérias-primas, sem grande desenvolvimento industrial.

Ligação do passado com o Presente:

As consequências da independência ainda são visíveis hoje. A fragmentação territorial e a dominação das elites criollas influenciaram a formação das nações latino-americanas.

A luta por igualdade e justiça social continua a ser uma questão relevante, refletindo as tensões e desafios herdados do período colonial.

Foto do quadro (aula 02 setembro 2024) Turma NEJA

Próxima aula:

Emancipação política da América portuguesa (Independência do Brasil)

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Origem da vida humana (NEJA)

A origem da vida humana e as principais teorias (VERSÃO NEJA)

A origem da vida humana é um tema fascinante e complexo, que tem sido explorado por diversas teorias ao longo dos séculos. Aqui estão as principais abordagens:

Evolucionismo (teoria científica - mutações e seleção natural)

O evolucionismo é a teoria científica que explica a origem das espécies, incluindo a humana, através de um processo de evolução biológica. Proposta por Charles Darwin no século XIX, essa teoria sugere que todas as formas de vida compartilham um ancestral comum e que as espécies evoluem ao longo do tempo através de mecanismos como a seleção natural e mutações genéticas. A evolução é apoiada por uma vasta quantidade de evidências fósseis, genéticas e anatômicas.

Criacionismo (um criador - tese religiosa)

O criacionismo é a crença de que a vida, a Terra e o universo são criações de um ser sobrenatural. Essa visão é baseada em textos religiosos, como a Bíblia, o Alcorão e a Torá. O criacionismo rejeita a ideia de evolução e sustenta que as espécies foram criadas em sua forma atual. Existem variações dentro do criacionismo, incluindo o criacionismo jovem da Terra, que acredita que a Terra tem apenas alguns milhares de anos, e o criacionismo progressivo, que aceita uma Terra antiga mas ainda rejeita a evolução.

Design Inteligente

O design inteligente é uma teoria que propõe que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por processos naturais como a seleção natural. Essa teoria argumenta que a complexidade e a especificidade da vida indicam a existência de um designer inteligente. Embora não especifique quem ou o que é esse designer, a teoria é frequentemente associada a crenças religiosas.

Teoria do Big Bang - O início de tudo.

A teoria do Big Bang é a explicação científica mais aceita para a origem do universo. Ela propõe que o universo começou a partir de um estado extremamente quente e denso há cerca de 13,8 bilhões de anos e tem se expandido desde então. Essa teoria é apoiada por várias observações astronômicas, como a radiação cósmica de fundo e a distribuição das galáxias.

Hominídeos (de onde nós viemos)

Os hominídeos são uma família de primatas que inclui os humanos modernos e seus ancestrais diretos. Aqui estão alguns dos principais hominídeos e suas características:

Australopithecus (não faz parte do gênero homo, nossa origem primata)

Viveram entre 4 e 2 milhões de anos atrás. Eram bípedes, mas ainda possuíam características adaptadas para a vida nas árvores.

Homo habilis (homem habilidoso)

Viveram entre 2,4 e 1,4 milhões de anos atrás. Conhecidos por suas habilidades com ferramentas de pedra.

Homo erectus (homem ereto):

Viveram entre 1,9 milhões e 110 mil anos atrás. Eram mais altos e tinham um cérebro maior que os hominídeos anteriores.

Homo neanderthalensis ("homens das cavernas)

Viveram entre 400 mil e 40 mil anos atrás. Adaptados ao clima frio da Europa, tinham corpos robustos e cérebros grandes.

Homo sapiens:

Surgiram aproximente entre 200 mil anos e são a única espécie de hominídeos que ainda existe. Caracterizam-se por sua capacidade de linguagem complexa, pensamento abstrato e cultura avançada.

África - o berço da humanidade.

A vida humana, especificamente a espécie Homo sapiens, surgiu na África há cerca de 200 mil anos. Este processo foi resultado de uma longa evolução que começou com os primeiros hominídeos, que viveram entre 8 e 6 milhões de anos atrás.

Da África para outras regiões 

A evolução humana ocorreu inteiramente na África até cerca de 1,8 milhões de anos atrás, quando os primeiros humanos começaram a migrar para outras partes do mundo.

A importância dessas teorias 

Essas teorias e descobertas nos ajudam a entender melhor a complexa história da origem da vida humana e do universo.

Foto do quadro da aula.

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Pré-história (NEJA)

A pré-história (VERSÃO NEJA)

A Pré-História é o período que antecede a invenção da escrita, abrangendo desde o surgimento dos primeiros hominídeos (origem humana), há cerca de 2,5 milhões de anos, até aproximadamente 4000 a 3.000 a.C. Esse longo período é dividido em três grandes fases: Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais.

Definição e duração da Pré-História

A Pré-História é caracterizada pela ausência de registros escritos, sendo estudada principalmente através de vestígios materiais como fósseis, ferramentas e pinturas rupestres. Esse período se estende por milhões de anos, desde o aparecimento dos primeiros seres humanos até o surgimento da escrita.

Principais períodos da Pré-História

Paleolítico (Idade da Pedra Lascada): 

De cerca de 2,5 milhões de anos atrás até aproximadamente 10.000 / 8.000 a.C. Período onde vários utensílios foram criados a partir da técnica de lascar  pedras e ossos.

Neolítico (Idade da Pedra Polida):

De cerca de 8.000 a.C. até aproximadamente 4000 / 3.000 a.C. Período marcado pela construção de utensílios com a técnica de polir pedras, ossos e madeiras.

Idade dos Metais: 

De cerca de 4.000 a.C. até o início da história escrita. Período onde os primeiros objetos foram criados a partir da utilização de metais.

Realizações humanas no Paleolítico

Durante o Paleolítico, os seres humanos eram nômades (não possui moradia fixa) e viviam da caça, pesca e coleta de alimentos. As principais realizações desse período incluem:

Domínio do fogo: Permitindo cozinhar alimentos, aquecer-se e proteger-se de predadores.

Fabricação de ferramentas: Inicialmente, essas ferramentas eram construídas de pedra lascada, osso e madeira. Facas, punhais, lanças, arcos etc.

Arte rupestre: Pinturas e gravuras em cavernas que representam cenas de caça e rituais.

Feitos Humanos no Neolítico

O Neolítico marcou uma grande transformação na vida humana, com o desenvolvimento da agricultura e a domesticação de animais. As principais realizações incluem:

Sedentarização (moradia fixa): Formação dos primeiros assentamentos permanentes.

Agricultura: Cultivo de cereais como trigo e cevada.

Domesticação de animais: Criação de gado e outros animais para alimentação e trabalho.

Criações da Idade dos Metais

Na Idade dos Metais, os seres humanos começaram a utilizar metais como cobre, bronze e ferro para fabricar ferramentas e armas. Isso levou a avanços significativos na tecnologia e na organização social:

Metalurgia: Desenvolvimento de técnicas para fundir e moldar metais.
Ferramentas e armas: Produção de instrumentos mais eficientes e duráveis.

Comércio: Expansão das trocas comerciais devido à produção de excedentes.

Legado e importância da Pré-História

A Pré-História deixou um legado duradouro para a humanidade.

As inovações tecnológicas e sociais desse período estabeleceram as bases para o desenvolvimento das civilizações posteriores. O domínio do fogo, a agricultura, a domesticação de animais e a metalurgia são apenas algumas das conquistas que moldaram o curso da história humana.

A importância da Pré-História reside na compreensão das origens e da evolução da humanidade, oferecendo insights valiosos sobre como nossos ancestrais viveram, se adaptaram e inovaram para sobreviver e prosperar.

Foto do quadro (aula 28/08/2024)

Assunto da próxima aula:
Origem da humanidade (Teses que explicam a origem humana).

terça-feira, 27 de agosto de 2024

Emancipação política do Brasil (Independência do Brasil) NEJA

Emancipação política do Brasil - VERSÃO NEJA.

A emancipação política do Brasil, culminando na sua independência de Portugal, foi um processo complexo e multifacetado, influenciado por diversos fatores internos e externos.

Motivos da Independência
Os principais motivos que levaram à independência do Brasil incluem:

Crise do Sistema Colonial:

O sistema colonial português estava em declínio, com a economia brasileira crescendo e se tornando cada vez mais autossuficiente.

Ideias Iluministas:

As ideias de liberdade e igualdade propagadas pelo Iluminismo influenciaram a elite brasileira, que desejava maior autonomia política e econômica e tinham como exemplo prático a Independência das 13 colônias e a Revolução Francesa.

Revolução Liberal do Porto:

Em 1820, a Revolução Liberal em Portugal exigiu o retorno de D. João VI e a implementação de uma constituição liberal, o que gerou tensões entre Portugal e Brasil.

Veja a aula passada (Vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil) clicando no link abaixo:

Movimentos Separatistas:

Movimentos como a Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolução Pernambucana de 1817 mostraram o descontentamento crescente com o domínio português muito antes da vinda da Capital do Império Português para o Brasil.

Influências Externas

A independência do Brasil também foi influenciada por eventos internacionais:

Independências na América Espanhola:

As independências das colônias espanholas na América Latina inspiraram os brasileiros a buscar sua própria emancipação.

Pressão Inglesa:

A Inglaterra, interessada em expandir seus mercados, apoiou a independência do Brasil para garantir vantagens políticas e comerciais.

Batalhas de Independência

Após a declaração de independência em 7 de setembro de 1822, ocorreram vários conflitos armados entre forças leais a Portugal e os independentistas brasileiros:

Bahia: A Batalha de Pirajá, em 1823, foi crucial para a consolidação da independência na região.

Pará e Maranhão: Houve resistência significativa nas províncias do Norte, onde as forças portuguesas foram derrotadas após intensos combates.

Cisplatina: A região, que hoje é o Uruguai, também foi palco de conflitos durante o processo de independência.

Tratado de Aliança e Amizade Brasil-Portugal

O reconhecimento formal da independência do Brasil por Portugal ocorreu em 1825, com a assinatura do Tratado de Aliança e Amizade. Este tratado estabeleceu:

Reconhecimento da Independência:

Portugal reconheceu oficialmente a independência do Brasil.

Compensação Financeira:

O Brasil concordou em pagar uma indenização a Portugal como parte do acordo.

Relações Diplomáticas:

O tratado estabeleceu as bases para relações diplomáticas e comerciais entre os dois países, garantindo uma transição pacífica.

A independência do Brasil foi um marco na história do país, permitindo o desenvolvimento de uma identidade nacional e a construção de um estado soberano.

Foto do quadro


segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil (Transferência da Corte de Lisboa para o Rio de Janeiro) NEJA

A vinda da Família Real portuguesa para o Brasil (Transferência da Corte de Lisboa para o Rio de Janeiro) - VERSÃO NEJA. 

Definição

A vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil foi um evento marcante na história do país, ocorrendo em um contexto de grande instabilidade na Europa. Em 1807, Napoleão Bonaparte decretou o Bloqueio Continental, que obrigava os países europeus a fecharem seus portos para os navios britânicos. Portugal, aliado histórico da Inglaterra, recusou-se a aderir ao bloqueio, o que levou Napoleão a ordenar a invasão do território português. Para evitar a captura e garantir a continuidade da monarquia, o príncipe regente D. João decidiu transferir a corte para o Brasil, com o apoio da Inglaterra.

Motivos da Interiorização da Capital do Império

A interiorização da capital do Império, com a transferência da corte para o Rio de Janeiro, teve várias motivações. Primeiramente, a localização geográfica do Rio de Janeiro oferecia maior segurança contra possíveis invasões, especialmente de corsários franceses. Além disso, a mudança visava integrar melhor o vasto território brasileiro, promovendo o desenvolvimento econômico e populacional do interior do país. A ideia de interiorização da capital já havia sido proposta anteriormente, mas ganhou força com a chegada da Família Real.

Realizações de D. João VI no Brasil

Durante o período em que esteve no Brasil, D. João VI implementou diversas reformas e iniciativas que transformaram profundamente o país. Entre as principais realizações estão:

Abertura dos Portos às nações amigas

Em 1808, D. João VI decretou a abertura dos portos brasileiros às nações amigas, rompendo com o pacto colonial que limitava o comércio do Brasil apenas a Portugal.

Criação de Instituições:

Foram fundadas várias instituições importantes, como o Banco do Brasil, a Casa da Moeda, a Biblioteca Real, a Academia Real Militar e o Jardim Botânico.

Desenvolvimento urbano:

O Rio de Janeiro foi modernizado com a construção de novos prédios públicos, iluminação pública e melhorias na infraestrutura urbana.

Incentivo à cultura e educação na nova capital:

D. João VI incentivou a criação de escolas de medicina, a Academia Real de Belas Artes e a Imprensa Régia, promovendo o desenvolvimento cultural e educacional do Brasil.

Retorno da Família Imperial portuguesa para Portugal

O retorno da Família Real a Portugal em 1821 foi motivado pela Revolução do Porto de 1820, que exigia o retorno do rei e a implementação de uma constituição liberal. A ausência prolongada da corte em Portugal gerou descontentamento entre os portugueses, que se sentiam relegados a uma posição secundária em relação ao Brasil. Pressionado pelas circunstâncias políticas e pela necessidade de manter a estabilidade da monarquia, D. João VI decidiu retornar a Portugal, deixando seu filho, D. Pedro, como príncipe regente no Brasil.

Esses eventos foram fundamentais para o processo de independência do Brasil, que ocorreria poucos anos depois, em 1822, sob a liderança de D. Pedro I.


Foto do quadro 2024 segundo semestre NEJA.

Próxima aula:
Emancipação política da América Espanhola 

República Velha (1889 - 1930) República de Espada (1889 - 1894) e República do Café com Leite (1894 - 1930)

A República Velha (1889-1930): Das Espadas ao Café com Leite O que é uma República?  República, do latim "res publica"...